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Marta Villela
Marta Villela
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11 meses atrás
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3 dias atrás
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O inferno existe? Esta pergunta, aparentemente trivial para um católico praticante,  é debatida por teólogos e pregadores que, ora tratam o tema com desdém, ora o consideram inoportuno para o homem moderno.  Vamos ver o que dizem as Escrituras e a Tradição? 1-  A partir das Sagradas Escrituras e da Tradição, bem como de inúmeras declarações do Magistério da Igreja, não resta dúvida de que o inferno existe  – e não acreditar neste dado revelado é afastar-se da fé católica; 2-  Embora exista, o inferno não é criação de Deus, mas uma invenção diabólica, realidade na qual os seres humanos podem adentrar, com a sua liberdade. Na encíclica Spe Salvi, o Papa Bento XVI faz alusão a recentes episódios da história do mundo em que ficou evidente como o uso abusivo da liberdade pode levar, já neste mundo, a uma opção irremediável pelo mal: "Pode haver pessoas que destruíram totalmente em si próprias o desejo da verdade e a disponibilidade para o amor; pessoas nas quais tudo se tornou mentira; pessoas que viveram para o ódio e espezinharam o amor em si mesmas. A destruição do bem seria irrevogável:  e é isto que se indica  com a palavra inferno."  O inferno é uma constatação histórica, cuja possibilidade se torna bem concreta, se o ser humano olhar com sinceridade para o próprio coração. Fatalmente, a criatura pode sim afastar-se de seu Criador. Ou seja, é opção do ser humano, afastar-se de Deus e do bem, escolher o ódio e o que é mal. Na verdade, são justamente as pessoas que deixam de crer no inferno as que terminam cometendo, por causa disso, as maiores atrocidades. Como não há castigo para si, como estão elas "para além do bem e do mal", tudo parece ser-lhes permitido. Mas, na expressão de São Bernardo de Claraval, "Deus é impassível, mas não incompassível": embora não possa padecer, Deus Se compadece dos fracos e oprimidos neste mundo. A Sua graça, adverte o Papa Bento XVI, "não exclui a justiça", nem "muda a injustiça em direito": "Não é uma esponja que apaga tudo, de modo que tudo quanto se fez na terra termine por ter o mesmo valor. Contra um céu e uma graça deste tipo protestou com razão, por exemplo, Dostoiévski no seu romance 'Os irmãos Karamázov'. No fim, no banquete eterno, não se sentarão à mesa indistintamente os malvados junto com as vítimas, como se nada tivesse acontecido." Mas, seria conveniente falar sobre o inferno ao homem de hoje? Não seria melhor deixar de lado essa doutrina? A pedagogia divina, expressa na vida dos santos e místicos da Igreja, nos mostra que não. Santa Teresa de Ávila relata, em sua autobiografia, como a visão que teve do inferno foi "uma das maiores graças" que o Senhor lhe concedeu. Tal fato fê-la inflamar-se de tal amor por Nosso Senhor que – diz ela em seu Caminho de Perfeição – estaria disposta a dar mil vidas pela salvação de uma só das almas que se precipitavam no abismo eterno. Em 1917, em Portugal, Nossa Senhora também não hesitou em mostrar o inferno aos pastorinhos de Fátima. "Algumas pessoas, mesmo piedosas – diz a Irmã Lúcia em suas memórias –, não querem falar às crianças do inferno, para não as assustar; mas Deus não hesitou em mostrá-lo a três crianças, e uma de 6 anos apenas, a qual Ele sabia que se havia de horrorizar". Mas, Deus permitiu que aquelas crianças tivessem esta terrível visão para estimular-lher  o temor: não o temor servil, de um escravo, mas o temor filial, de filhos. De fato, depois de contemplarem o inferno, Francisco, Jacinta e Lúcia foram incendiados por um grande amor a Deus e começaram a fazer inúmeras penitências e orações para salvar as almas da condenação eterna. Satanás e os anjos rebeldes já estão no inferno;  porque Cristo, ao encerrar o seu "sermão escatológico", não deixa dúvidas quando diz que os maus "irão para o castigo eterno" (Mt 25, 46). Permanecer na fé da Igreja, portanto, é o caminho seguro. Os pregadores da Palavra e catequistas devem, sim, falar do inferno, não para aterrorizar as pessoas, mas para fazê-las crescer no amor. A caridade não pode ser levada a sério se não se tem uma verdadeira repulsa pelo mal e pelo eterno afastamento do Sumo Bem, que é Deus. (Padre Paulo Ricardo)
10 dias atrás
PHN - Por Hoje Não!!! (Por hoje eu não vou mais pecar!) </hgroup>   i PHN – Por Hoje Não! Uma mensagem simples  que muda vidas. Por Hoje Não – O que significa para o jovem que recebe essa mensagem? Isso significa: A cada dia eu preciso estar mais próximo de Deus, por meio da experiência cotidiana. Muitas pessoas nos aconselham como nos tornarmos próximos de Deus: nosso pároco, nossos pais, familiares, amigos, professores e até mesmo um estranho na rua. Entretanto é algo que parece estar longe de se alcançar. PHN representa a nossa maneira pessoal de estar de acordo com Deus. Ele nos permite recomeçar a cada dia. "Por outro lado, precisais renovar-vos pela transformação espiritual de vossa mente, e vestir-vos do homem novo, criado a imagem de Deus, na verdadeira justiça e santidade…" (Efésios 4:22-32) Somos capazes de cada dia nos renovarmos de maneira consciente nos esforçando para evitar as situações as quais poderão nos levar ao pecado. Algumas de nossas faltas são partilhadas com nossos amigos, familiares e com o sacerdote, contudo somente Deus vê todos os nossos pecados. Até mesmo daqueles que nos envergonhamos. Se vivermos de acordo com Deus viveremos como foi planejado por Ele. Cada um de nós tem sua própria missão escolhida por Deus para viver ainda aqui na Terra. Quando seguimos a mensagem do PHN, nós participamos ativamente da vitória de Cristo sobre o pecado, através de sua morte e ressurreição na cruz. Não somos mais escravos do pecado. </article>
10 dias atrás
SÃO PANTALEÃO, MÉDICO E MÁRTIR, decapitado por não negar sua fé em Cristo No dia 27 de julho é celebrada a festa de São Pantaleão, um médico mártir nascido no final do século III na Nicomédia (atual Turquia). Era filho de mãe cristã, mas se deixou levar pela      vida do mundo pagão e rechaçou a fé. Pantaleão chegou a ser um prestigioso médico. Um bom cristão chamado Hermolau o incentivou a conhecer “a cura proveniente do mais alto” e o levou à Igreja. Desse modo, aos poucos se entregou ao serviço de Cristo atendendo seus pacientes em Nome do Senhor. Naquela época começou a perseguição de Diocleciano na Nicomédia. Pantaleão deu tudo o que tinha aos necessitados e alguns médicos invejosos o delataram às autoridades. Foi preso junto com Hermolau e outros cristãos. O imperador queria salvá-lo em segredo e lhe disse para renunciar a sua religião, mas Pantaleão se negou e, com a ajuda de Deus, curou milagrosamente um paralítico para demonstrar a verdade da fé. O santo foi condenado a ser decapitado com seus companheiros. Morreu em 27 de julho no início do século IV, aos 29 anos. Diz-se que tentaram matá-lo de seis formas diferentes: com fogo, com chumbo derretido, afogando-o, jogando-o às feras, torturando-o em uma roda e atravessando-lhe uma espada. Mas, com a ajuda do Senhor, ficou ileso. Quando foi decapitado, a árvore onde aconteceu o martírio floresceu no mesmo instante. Algumas relíquias de seu sangue são conservadas em Constantinopla (Turquia), Ravello (Itália) e no Real Mosteiro da Encarnação em Madri (Espanha), que é custodiado pelas religiosas Agostinianas Recoletas. Nesta cidade espanhola, seu sangue permanece em estado sólido quase todo o ano e ocorre o milagre da liquefação (torna-se líquido) perto da festa do santo, data na qual as religiosas abrem as portas ao público para que apreciem o fato.
11 dias atrás
Santa Brígida da Suécia Mãe de família e depois religiosa, “conhecida em toda a Igreja de Deus em virtude das inúmeras revelações divinas com que foi agraciada”, Santa Brígida é modelo de virtudes para todo o povo de Deus.. Santa Brígida, conhecida em toda a Igreja de Deus em virtude das inúmeras revelações divinas com que foi agraciada, nasceu na Suécia, de pais nobres e piedosos. Pouco antes do nascimento de Brígida, a mãe dela correu um grande perigo de naufrágio, mas foi salva milagrosamente. Na noite seguinte, apareceu-lhe um velho venerável, que lhe disse: “Deus salvou tua vida por causa da criança que darás à luz. Educa-a muito bem, pois ela será muito santa.” A piedosa mãe cumpriu fielmente esta ordem enquanto viveu.  Depois de sua morte, Brígida, então com apenas sete anos de idade, foi entregue aos cuidados de uma tia bastante devota, que a educou com muita piedade. Aos dez anos de idade, ouviu um sermão sobre a amarga Paixão e Morte de nosso Senhor, o qual deixou uma profunda impressão em seu jovem e terno coração. Na noite seguinte, Cristo apareceu-lhe, pendente da Cruz, enquanto jorravam de suas chagas rios de sangue. Brígida, profundamente comovida, exclamou: “Ó Senhor, quem vos maltratou assim?” “Aqueles que desprezam meu amor”, respondeu Cristo, “isto é, aqueles que transgridem as minhas leis e são ingratos ao amor incomensurável que tenho por eles”. A visão ficou na memória de Brígida e levou-a, desde então, a manifestar a mais terna devoção à Paixão e Morte do Salvador. A esta visão seguiram-se muitas outras, especialmente durante suas orações.. Muitas vezes, levantava-se em silêncio durante a noite e passava horas em piedosa meditação. Também usava muitos meios para mortificar seu delicado corpo, de modo a assemelhar-se, enquanto suportava silenciosamente a dor, àquele que havia sofrido infinitamente mais por ela.  Por obediência a seu pai, aos treze anos de idade deu a mão a Ulfo, príncipe da Nerícia, cujo coração conquistou tão plenamente com sua amabilidade e docilidade no trato que, em pouco tempo, afastou-o do jogo, do luxo imoderado no vestuário e de outros defeitos semelhantes, induzindo-o a levar uma vida agradável a Deus, com assiduidade na oração e na confissão. Ela vivia com ele num amor e harmonia inabaláveis. Era também muito solícita para com os seus empregados domésticos e não tolerava nada que pudesse ofender o Todo-Poderoso ou impedir que a bênção dele recaísse sobre a sua casa.  Foi mãe de quatro filhos e de outras tantas filhas. Dois de seus filhos morreram na infância, dois enquanto viajavam pela Terra Santa. Duas de suas filhas viveram na corte e tornaram-se modelos de todas as virtudes. A terceira tornou-se religiosa e levou uma vida santa, e a quarta, Catarina, foi contada entre os santos, uma prova do cuidado piedoso com que Santa Brígida educou os filhos. Foi ela quem os instruiu na religião e na piedade, e os levou, desde a mais tenra idade, a praticar obras de caridade e mortificação, sendo para eles um exemplo em todas as virtudes.  Com o consentimento de Ulfo, construiu um hospital, onde diariamente, em determinados horários, servia como criada aos pobres e doentes que lá se encontravam. Lavava-lhes frequentemente os pés, beijando-os com toda a reverência. Seu marido adoeceu gravemente quando regressava de Compostela, aonde fora com Santa Brígida para visitar o túmulo de São Tiago Apóstolo. Mas São Dionísio, que apareceu a Brígida, anunciou-lhe, para além de outros acontecimentos futuros, que Ulfo se recuperaria em breve. Pouco tempo depois, ela viu cumprir-se essa profecia e teve também a alegria de perceber que Ulfo estava descontente com o mundo e desejava terminar a vida em recolhimento. Com a permissão de sua piedosa esposa, foi para um mosteiro cisterciense, onde viveu santamente os últimos anos de vida. Brígida viveu mais trinta anos depois de o marido ter entrado para o mosteiro e, liberta de muitas preocupações e ansiedades, dedicou-se com grande zelo a uma vida perfeita e penitente. Distribuiu aos filhos seus bens temporais, vestiu-se com um manto penitencial e praticou incansavelmente atos de devoção, caridade e penitência. Jejuava quatro vezes por semana e, às sexta-feiras, só ingeria água e pão. Dedicava a maior parte da noite à oração, passando horas inteiras prostrada diante do Crucifixo ou do Santíssimo Sacramento. Todas as sextas-feiras deixava cair algumas gotas de cera fervente numa ferida a fim de recordar, pela dor que isso lhe causava, o sofrimento de nosso Senhor. Alimentava diariamente doze pobres e servia-os à mesa.  Fundou um convento para sessenta religiosas e deu-lhes uma regra que recebera do próprio Cristo. Essa regra foi depois adotada por muitas casas de religiosos. Daí nasceu a célebre Ordem Brigitina. A própria Santa Brígida entrou num convento fundado por ela, e foi para todos uma luz radiante na prática da virtude.  Depois de ter vivido lá por dois anos, recebeu numa visão a ordem de realizar uma peregrinação a Roma com sua filha Catarina, e de lá para a Terra Santa. Ao regressar, foi acometida de uma febre maligna, que se agravou bastante quando ela chegou a Roma e durou um ano inteiro. Com a lembrança da amarga Paixão de nosso Salvador, as grandes dores que sofria se lhe tornavam mais fáceis e, por amor a Ele, estava disposta a suportar muito mais. Seu maior consolo foi uma visão em que Deus lhe apareceu e garantiu-lhe a salvação. Também lhe foi divinamente revelada a hora de sua morte. Preparou-se cuidadosamente para o seu fim e, depois de receber os santos sacramentos, deu o último suspiro nos braços de sua santa filha. Repleta de méritos e virtudes, foi receber sua recompensa no Céu, aos 71 anos de idade, no ano de 1373. Antes e depois da sua morte, Deus fez muitos e grandes milagres por sua intercessão. “Santa Brígida em seu leito de morte”, por Philippe de Champaigne. Considerações práticas I. Cristo apareceu a Santa Brígida, com o corpo todo ferido, e disse que aqueles que tinham desprezado seu amor e sido ingratos com seus favores, haviam-no maltratado daquela forma. Não seria você também um daqueles que desprezam o amor do Salvador e se mostram ingratos para com Ele? Não seria, porventura, um daqueles que, segundo as palavras de São Paulo, o crucificam de novo? “Crucificais novamente o Senhor todas as vezes que vos tornais culpados de um pecado mortal”, diz o Cardeal Hugo de Saint-Cher. E quantas vezes isso aconteceu? E que razões você teve para fazê-lo?  O que você responderia a Cristo, se Ele dirigisse a você as seguintes palavras, postas por São Bernardo na boca do Salvador: “Não estou ainda suficientemente ferido por ti? Não sofri ainda o suficiente por causa de tuas faltas? Por que acrescentas ainda novas dores às antigas? As feridas dos teus pecados são muito mais dolorosas para mim do que as feridas do meu corpo.” Que responderia você, se Cristo assim lhe falasse? Prostre-se perante seu Salvador crucificado, peça-lhe humildemente perdão e prometa-lhe mostrar-se grato no futuro e não mais ofendê-lo.  Sempre que tiver a tentação de pecar, lembre-se de seu Senhor crucificado, e dirija-se a si mesmo com as palavras de São Bernardo: “O meu Deus está suspenso na Cruz, e hei de submeter-me à luxúria?” Devo pecar? Devo, por um ganho miserável, por um breve prazer sensual, ofender o meu Deus?  “Como posso eu cometer esta maldade, e pecar contra o meu Deus?”, disse o casto José, quando tentado a pecar (Gn 39, 9). Com tais palavras, queria dizer que lhe era impossível ofender um Deus tão grandioso e tão bom. “Como posso pecar contra o meu Deus?” Fale assim consigo mesmo, quando Satanás ou os homens o tentarem a pecar. Como me atrevo a fazer isso? Como posso ofender assim o meu bom Deus? Como ofender assim o meu bondoso Redentor, e abrir novamente todas as suas chagas? Porém, seus atos devem corresponder a tais palavras e, assim como José preferiu atrair sobre si a ira de sua senhora e tudo o que poderia seguir-se a isso, a ofender a Deus, da mesma forma você deve agir. “O Ditame do Anjo a Santa Brígida”. Museu da Gotalândia Oriental. II. Com muita delicadeza, Santa Brígida corrigiu vários defeitos do marido, como o jogo e o amor desmedido ao vestuário. Ensinou os filhos a rezar, a praticar obras de misericórdia e mortificação. Oxalá todas as mulheres agissem assim com seus maridos e todas as mães adotassem o mesmo plano na educação de seus filhos! Como seriam grandes os seus méritos na terra e como seria inexprimível a alegria de encontrar os filhos numa eternidade feliz! Mas, ao contrário, como serão pesadas as contas que essas mulheres terão de prestar diante de Deus, e como serão excruciantes as suas dores no Inferno, se tiverem incitado seus maridos ao orgulho, ao ódio e à inimizade, à opressão e à perseguição do próximo, a toda sorte de fraudes, injustiças e outros vícios!  E terrível será também o castigo das mães que não cuidam devidamente da instrução dos filhos, não corrigem seus erros, não os conduzem, por preceito e exemplo, à piedade, mas às vaidades frívolas, ao amor do vestuário e do mundo e a toda espécie de divertimentos pecaminosos. O que foi dito aqui também se aplica aos maridos e pais. Os esposos devem amar-se mutuamente; e o que é mais adverso ao amor cristão do que um tornar-se para o outro ocasião de pecado, e assim ferir aquele que deveria estar protegido de todo o mal? Ambos os pais são obrigados a guiar os filhos, pela palavra e pelo exemplo, no caminho do Céu, e a ensinar-lhes as lições que Deus ministra tão enfaticamente pelo salmista: “Para que ponham em Deus a sua esperança, e não se esqueçam das obras de Deus” (Sl 77, 7). Se negligenciarem isso, e porventura fizerem o contrário, acontecerá com eles o que diz Orígenes: “Os pais terão de prestar contas dos pecados dos filhos, se não os tiverem instruído bem e castigado devidamente, pois são eles os culpados da perdição eterna dos filhos, e assim condenam a si mesmos por toda a eternidade.”  
15 dias atrás
Uma lâmpada permanentemente acesa ao lado do sacrário nos lembra uma verdade de fé: a presença de Jesus no Santíssimo Sacramento. A luz acesa significa que dentro do Sacrário existem hóstias consagradas.  As hóstias e o vinho consagrados são o corpo e o sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo! O sacrário para nós é ponto de encontro com Jesus, Deus verdadeiro que quis ser Deus conosco, pisando o nosso chão, armando sua tenda no meio de nós e… – mistério de amor! – quis ser para nós pão que alimenta e dá vida. A lâmpada acesa nos lembra que Jesus está no sacrário primeiramente para ser levado aos enfermos que não podem participar da Eucaristia.  O pão consagrado é conservado no sacrário para adoração de todos os fiéis. Ao entrar em uma Igreja, visite o Santíssimo Sacramento, que é o próprio Jesus vivo!   Todo cuidado é pouco com a dignidade e o respeito que se deve dar ao sacrário, que é o coração de toda igreja, de todo templo católico. Vem de longe, lá do século 13 o costume de se conservar uma luz diante do sacrário com o pão consagrado. No atual código, os cânones 938 e 939 dispõem sobre como deve ser o sacrário e o cuidado que se deve ter com ele. E o cânone 940 prescreve: "Diante do tabernáculo em que se conserva a santíssima Eucaristia, brilhe continuamente uma lâmpada especial, com a qual se indique e se reverencie a presença de Cristo."
23 dias atrás