DEUS: COMPANHEIRO FIEL DE TODAS AS HORAS
Objetivo: Desenvolver a confiança em Deus
“Não tenha medo, pois estou com você”
(Isaías 41, 8-10)
8. “Mas tu, Israel, meu servo, Jacó que escolhi, raça de Abraão, meu amigo,
9. tu, que eu trouxe dos confins da terra, e que fiz vir do fim do mundo, e a quem eu disse: Tu és meu servo, eu te escolhi, e não te rejeitei;
10. nada temas, porque estou contigo, não lances olhares desesperados, pois eu sou teu Deus; eu te fortaleço e venho em teu socorro, eu te amparo com minha destra vitoriosa.”
Antes de subir ao céu, Jesus disse: (Mt 28, 20) “ Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo”.
Ele está conosco através do Espírito Santo, que nos dá sabedoria, entendimento, fortaleza,
Medos inseguranças dificultam a nossa felicidade.
Uma das maiores seguranças que uma pessoa pode ter é confiar na ação e no poder de Deus. Antes de subir ao céu, Jesus disse: “eis que estou convosco todos os dias até o fim do mundo” Mateus 28, 20.
Isto é razão para vivermos cheios de alegria: Deus vem ao nosso encontro! Ele é um companheiro fiel de todas as horas.
Jesus é a força de Deus. A Fortaleza, dom do Espírito Santo, é a virtude moral que dá segurança nas dificuldades, firmeza e constância na procura do bem. Torna-nos capazes de vencer o medo da morte inclusive, suportar provações e perseguições.
TERÇO DA MISERICÓRDIA
"As almas que rezarem este Terço serāo envolvidas pela Minha Misericórdia, durante a sua vida e, de modo particular, na hora da morte". (Diário 754).
+ Utilizamos o Terço comum.
+ Iniciamos com o sinal da Cruz e rezamos um Pai Nosso e uma Avé-Maria.
+ Segue-se o Credo : Creio em Deus Pai todo-poderoso…
+ Rezamos cinco dezenas. Nas contas grandes, em vez do Pai Nosso, rezamos:
"Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e Sangue, Alma e Divinidade do Vosso muito Amado Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, / em expiação dos nossos pecados e dos pecados de todo o mundo".
+ Nas contas pequenas, em vez das Ave Marias, rezamos:
"Pela sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro ".
+ Depois da quinta dezena, dizemos três vezes:
"Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, / tende piedade de nós e de todo o mundo".
O DÍZIMO NA COMUNIDADE DE FÉ
“O dízimo é um ato de fé que nos faz ajudar a Igreja na obra de evangelização”.
Ato de fé “é algo que nós fazemos porque cremos em Deus. E ter fé é acreditar em Deus e fazer as coisas que Ele nos pede para fazer”. Atos de fé que costumamos fazer: rezar o terço, dar esmola, ir à missa, fazer penitência etc... Dar o dízimo também é um ato de fé.
Não é correto dizer: “PAGAR o dízimo”. A forma correta de se dizer é “DEVOLVER” ou “CONTRIBUIR” com o dízimo, pois se trata de uma devolução feita a Deus, em espírito de fé e gratidão, de uma parte de tudo aquilo que Ele mesmo nos concedeu.
Malaquias 3,10. “Trazei ao tesouro do templo o dízimo integral, para que haja recursos na minha casa. Fazei comigo esta experiência – diz o Senhor dos exércitos. Vamos ver se não abro as comportas do céu, se não derramo sobre vós minhas bênçãos de fartura [...].”
No Antigo Testamento, Deus pedia 10% dos rendimentos das colheitas para serem ofertados ao Templo. Esse é o significado da palavra “dízimo”, que vem de “dez”, ou seja, é a décima parte de tudo o que se plantava e colhia.
Tratava-se de um mandamento da Lei antiga. O povo judeu estava obrigado a esse preceito da lei;
Na Nova Aliança, com a vinda de Jesus, o dízimo passa a ter outro significado.
“O dízimo é um ato de fé que nos faz ajudar a Igreja na evangelização”.
Por que precisamos ajudar a Igreja? Porque somos seus membros. Depois do nosso Batismo, tornamo-nos membros do Corpo de Cristo, que é a Igreja. E ser membro da Igreja é tornar-se corresponsável por ela.
“Ajudar a Igreja em quê?” “na obra de evangelização.” Depois de ressuscitar, Jesus apareceu a seus discípulos e deu-lhes a missão de anunciarem a Palavra de Deus a todos os povos (Mt 28,19-20). Isto é evangelizar: conduzir as pessoas ao conhecimento e vivência dos ensinamentos de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Quando contribuímos com o dízimo, estamos proporcionando à Igreja as condições materiais necessárias para que a Palavra de Deus chegue a mais pessoas.
O dízimo é utilizado para: a) Fazer a manutenção das estruturas físicas da Igreja (água, luz, telefone, internet, aluguel de imóveis, objetos litúrgicos, materiais de limpeza, encargos trabalhistas dos funcionários, transporte etc). Essa finalidade é chamada de dimensão eclesial do dízimo. b) Ajudar na formação dos futuros sacerdotes (manutenção do seminário diocesano) e contribuir financeiramente com as missões que acontecem pelo mundo. Chamamos essa finalidade de dimensão missionária do dízimo. c) Auxiliar materialmente as pessoas em situação de vulnerabilidade social da nossa diocese.
Parte do que é arrecadado nas paróquias destina-se ao órgão caritativo da Diocese (Caritas Diocesana), que ajuda financeiramente os mais pobres. Essa finalidade é chamada de dimensão caritativa do dízimo.
Embora o nome da contribuição que fazemos à Igreja seja “dízimo” (décima parte), não existe a obrigação, no Novo Testamento, de se devolver, estritamente, 10% do que recebemos. É preciso dizer que nós seguimos o que São Paulo ensina em 2 Cor 9,7:
“Que cada um dê conforme tiver decidido em seu coração, sem pesar nem constrangimento, pois “Deus ama quem dá com alegria”.
Diferença entre dízimo e oferta: Enquanto o dízimo é uma contribuição mensal e comprometida destinada à evangelização, a oferta é uma doação esporádica, feita sem regularidade, por vontade pessoal do fiel.