A indulgência é a remissão, diante de Deus, da pena temporal devida pelos pecados já perdoados quanto à culpa, (remissão) que o fiel bem-disposto obtém, em condições determinadas, pela intervenção da Igreja que, como dispensadora da redenção, distribui e aplica por sua autoridade o tesouro das satisfações (isto é, dos méritos) de Cristo e dos santos.
Só é possível ganhar uma indulgência após o perdão dos pecados (uma graça própria do sacramento da Penitência) e quando satisfeitas as condições para lucrar a indulgência.
Só é possível ganhar uma indulgência após o perdão dos pecados (uma graça própria do sacramento da Penitência) e quando satisfeitas as condições para lucrar a indulgência.
o amor de Deus é oferecido a todos, como na parábola do semeador: Deus lança sua Palavra (Jesus) no mundo, e cada pessoa a recebe de maneira diferente. A salvação é um dom gratuito, mas exige abertura e resposta humana, como um “solo fértil” disposto a viver segundo esse amor.
Reconhecendo as dificuldades humanas diante do pecado, Deus instituiu a Igreja como meio de auxílio. Por meio dos sacramentos, especialmente a Eucaristia, a Igreja comunica a graça e mantém a presença de Cristo no mundo. Ela é ao mesmo tempo visível e espiritual, unindo os fiéis numa comunhão que envolve os que estão na terra, no purgatório e no céu.
Nesse contexto, as indulgências não perdoam pecados nem garantem a salvação, mas removem as penas temporais decorrentes de pecados já perdoados. São concedidas pela Igreja, com base nos méritos de Cristo e dos santos, e exigem condições como confissão, comunhão, oração e sincero desapego do pecado.
As indulgências são um auxílio espiritual para crescer na santidade, incentivando a oração, a caridade e a conversão. Quando bem vividas, ajudam a pessoa a se afastar do pecado e a se aproximar mais de Deus, colaborando com sua própria salvação e também com a dos outros.