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PÁSCOA - A VIDA QUE VENCE A MORTE
Iniciado por Marta Villela

PÁSCOA

A Páscoa é uma festa comemorada pelos Judeus. Eles celebram a libertação da escravidão no Egito. Deus usou a vida de Moisés para tirar o povo do Egito. Deus mandou dez pragas para que o faraó soltasse o povo, e a cada praga o seu coração se endurecia, e na última praga, o primogênito de cada família seria morto, mas os filhos dos judeus foram poupados, porque nas suas portas, eles tinham derramado sangue de um cordeiro. Somente os primogênitos das famílias egípcias morreram. Então o faraó deixou o povo sair do Egito.

Essa celebração recebeu o nome de Pessach, que em hebraico significa passagem, nesse caso da escravidão à liberdade. Daí­ surgiu a palavra Páscoa.

Jesus ressuscitou na Páscoa. Ele deu um novo significado a esta data. Ele trouxe a “boa-nova”, esperança de uma vida melhor, trouxe ensinamentos para que o povo se libertasse do sofrimento e do mal. Ele veio para nos reconciliar com Deus e nos libertar da morte e do pecado. Mas para que tivéssemos direito a esta herança, Jesus teve que morrer.

A morte de Jesus Cristo representa o fim dos tormentos. A sua ressurreição simboliza o início de uma vida nova, uma vida liberta da escravidão do pecado!

Mensagem de Páscoa do Papa Francisco:

…”As mulheres esperavam encontrar o cadáver para o ungir; em vez disso, encontraram um túmulo vazio. Foram chorar um morto; em vez disso, escutaram um anúncio de vida.

Aquelas mulheres «estavam cheias de medo e maravilha» (Mc 16, 8), cheias de medo, assustadas e maravilhadas, ao verem a grande pedra do túmulo rolada para o lado e, dentro, um jovem que diz:

«Buscais a Jesus de Nazaré, o crucificado? Ressuscitou» (16, 6).

 

 

 

 E depois por este convite: «Ele precede-vos a caminho da Galileia; lá O vereis» (Mc 16, 7).  Acolhamos, também nós, este convite, o convite de Páscoa: vamos para a Galileia, onde nos precede o Senhor Ressuscitado. Mas, que significa «ir para a Galileia»?

Ir para a Galileia significa, antes de mais nada, recomeçar.

Ir para a Galileia significa aprender que a fé, para estar viva, deve continuar a caminhar. Deve reavivar cada dia o princípio do caminho, a maravilha do primeiro encontro. E depois confiar, sem a presunção de já saber tudo, mas com a humildade de quem se deixa surpreender pelos caminhos de Deus.

O Senhor convida-nos a deixar-nos surpreender. Vamos para a Galileia descobrir que Deus está vivo, sempre surpreende. Ressuscitado, nunca cessa de nos surpreender.

Aqui está o segundo anúncio de Páscoa: Jesus caminha contigo todos os dias, na situação que estás a viver, na provação que estás a atravessar, nos sonhos que trazes dentro de ti. Abre novos caminhos onde te parece que não existem, impele-te a ir contracorrente relativamente a nostalgias e ao «já visto». Mesmo que tudo te pareça perdido, por favor abre-te maravilhado à sua novidade: surpreender-te-á.

Ir para a Galileia significa, além disso, ir aos confins. Porque a Galileia é o lugar mais distante.  O próprio Deus se move até aos confins da existência porque, a seus olhos, ninguém é último, ninguém está excluído.

E hoje também é lá que o Ressuscitado pede aos seus para irem  para esta «Galileia» real. É o lugar da vida diária, são os caminhos que percorremos todos os dias, Na Galileia, aprendemos que é possível encontrar o Ressuscitado no rosto dos irmãos, no entusiasmo de quem sonha e na resignação de quem está desanimado, nos sorrisos de quem exulta e nas lágrimas de quem sofre, sobretudo nos pobres e em quem é marginalizado. Ficaremos maravilhados ao ver como a grandeza de Deus se revela na pequenez, como a sua beleza resplandece nos simples e nos pobres.

E assim temos o terceiro anúncio de Páscoa: Jesus, o Ressuscitado, ama-nos sem fronteiras e visita todas as situações da nossa vida. Ele nos convida a superar as barreiras, vencer os preconceitos, aproximar-nos de quem está ao nosso lado dia a dia, para redescobrir a graça da quotidianidade.

Reconheçamo-Lo presente nas nossas «galileias», na vida de todos os dias. Com Ele, a vida mudará. Porque, para além de todas as derrotas, do mal e da violência, para além de todo sofrimento e para além da morte, o Ressuscitado vive e guia a história.

Abre o coração maravilhado ao anúncio da Páscoa:

 «Não tenhas medo, ressuscitou! Espera-te na Galileia»